Ao revisitar os primeiros anos da carreira do Rei do Pop, Michael opta por focar na ascensão artística do cantor, deixando de lado algumas das maiores controvérsias de sua vida. A decisão não passou despercebida pela imprensa, que tem criticado a ausência das acusações de abuso infantil na narrativa. Diante da repercussão, o elenco veio a público explicar o caminho escolhido pelo diretor Antoine Fuqua.
Durante participação no programa Today, Colman Domingo e Nia Long, que interpretam os pais de Michael Jackson no longa, comentaram a abordagem do filme — e indicaram que a história pode não terminar por aqui.
“O filme se passa [apenas] entre os anos 60 e 1998, então não aborda essas primeiras acusações”, esclareceu Domingo. “Basicamente, focamos na formação dele como artista. É um retrato íntimo de quem ele é… através de suas lentes. É isso que o filme é.”

Na sequência, o ator reforçou que há planos em discussão para expandir a narrativa:
“E existe a possibilidade de haver uma sequência que aborde outros acontecimentos posteriores. Mas este é apenas sobre sua formação artística e como ele tentou encontrar sua voz e seguir em carreira solo. É tudo que tenho a dizer sobre isso. Pode haver uma parte dois, mas ainda não sabemos.”
No papel principal, Jaafar Jackson, sobrinho do artista, assume a missão de representar os momentos mais marcantes da trajetória do cantor. O elenco ainda conta com Kat Graham e Miles Teller.
Nos cinemas brasileiros, Michael estreia oficialmente hoje (23).
Mais sobre Michael
A proposta de Michael é construir um retrato mais íntimo e focado na formação artística do cantor, priorizando sua jornada musical e os desafios enfrentados no início da carreira. Ainda assim, a possibilidade de uma continuação abre espaço para que fases mais controversas de sua vida sejam exploradas no futuro.
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