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O Crítico| Introdução sem SPOILERS a “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”

O Crítico| Introdução sem SPOILERS a “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”

Amanhã (5) Doutor Estranho no Multiverso da Loucura chega oficialmente aos cinemas e nós do QG temos algumas coisas para compartilhar com você sobre o filme que pode ser facilmente encarado como sequência de “Doutor Estranho” (2016) e também de WandaVision, sendo coestrelado pela Feiticeira Escarlate brilhantemente interpretada por Elizabeth Olsen. No filme, vemos a consequência direta das aventuras pelo multiverso que vimos brevemente em “WandaVision” e Loki e mais profundamente em Homem Aranha Sem Volta para Casa, mas é melhor segurar as expectativas e manter os pés no chão.

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Dirigido por Sam Raimi, conhecido pela trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tobey Maguire no início dos anos 2000, o filme busca inovar dentro do Universo Compartilhado da Marvel e trazer diversos elementos de terror e suspense e o faz de maneira muito competente. Mas se você espera um evento grandioso dentro do UCM com consequências definitivas e marcas profundas, vai com calma, o filme pode te decepcionar um pouco. De fato, pode ter certeza, o longa conta com algumas participações especiais que vão te deixar encantado e satisfeito, porém num projeto com duas horas de duração muitas coisas precisam ser enxugadas e nem todos têm o tempo de tela que gostaríamos que tivessem. De modo algum a experiência com “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” é frustrante, pelo contrário, mas é preciso deixar bem claro que as expectativas exageradas podem ofuscar o brilho do projeto e sua intensão dentro da mitologia do Mago Supremo e da Feiticeira Escarlate.

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Para a trama, Doutor Estranho, Wanda, Wong, America Chavez e Christine Palmer são suficientes e muito do que acontece em torno deles se torna um espetáculo visual acima de qualquer coisa. Num roteiro não tão criativo quanto se imaginava, Michael Waldron cumpre de forma bem clara seu objetivo com a trama, proteger America Chavez e desenvolver o caráter de Stephen Strange e Wanda Maximoff, explorando as possibilidades de um multiverso aberto com variedade mas pouca intensidade. Sam Raimi assina o filme com sequências de horror e suspense muito bem desenvolvidas, trazendo também um tom de nostalgia e breguice comum aos filmes do gênero das décadas passadas. No fim, o filme não deixa tantas pontas soltas a serem exploradas no futuro (como muitos imaginavam que aconteceria), mas obviamente abre algumas portas para novos personagens no UCM, com destaque para America Chavez.

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Na atuação, o destaque sem dúvidas fica com Elizabeth Olsen, entregando mais uma vez uma Wanda repleta de camadas e muitas vezes beirando o desequilíbrio, algum comum à personagem que caminha naturalmente entre o heroísmo e a vilania. Xochitl Gomez apresenta uma America Chavez carismática e promete se destacar no futuro do Universo Compartilhado da Marvel sendo trabalhada da forma correta. Benedict Cumberbatch não inova, mas continua sendo o Mago Supremo que amamos. Por fim, vale a pena conferir “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” e deixar a mente aberta para uma experiência repleta de efeitos visuais e uma história bem clara, com início, meio e fim bem marcados.

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