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The Batman| Primeiras críticas ao filme exaltam profundidade e atuação de Robert Pattinson

The Batman| Primeiras críticas ao filme exaltam profundidade e atuação de Robert Pattinson
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POR ADAILTON MORAES

The Batman estreia no próximo dia 3 de março exclusivamente nos cinemas, mas grande parte da imprensa mundial já teve a oportunidade de assistir ao longa com quase três horas de duração e as primeiras reações começam a aparecer na net. O filme de Matt Reeves estreou com 94% de aprovação no site medidor Rotten Tomatoes e tem sido elogiado, de forma geral, por grandes veículos do meio. Confira as principais críticas logo a seguir:

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ScreenRant: Batman chega ao coração do personagem, mantendo sua humanidade. O filme é fundamentado, pois explora a profundidade da corrupção em Gotham, enquanto exibe as habilidades do vigilante como um detetive inteligente. Reeves e sua equipe criaram um filme do Batman que oferece um lado diferente dos heróis que o público conhece e ama. Com cenas de ação emocionantes, uma história em camadas e caracterização pungente e profunda, Batman é uma adição digna à lista de live actions da DC.

IGN: Em quase três horas, o Batman de Robert Pattinson vai de um cara assombrado pela perda dos pais e sangue nos olhos, quase descontrolado, a um herói que não só tem a confiança de Gordon, mas da polícia e do povo de Gotham – ele não apenas encontra sua vocação, como faz as pazes consigo mesmo. A trilha original de Michael Giacchino não fica nem um pouco atrás das clássicas de Danny Elfman e Hans Zimmer, e as atuações de todos do elenco estão mais afiadas do que as respostas do Battinson antes de uma luta – sim, ele é respondão. Demorou, mas o cinema finalmente percebeu que o Charada pode mexer psicologicamente com nosso herói quanto o Coringa e assumir protagonismo. Temos um vilão e coadjuvantes estelares, entrosamento entre todos os envolvidos, primeiras vezes para recordar e toda uma estrada pavimentada para o Bat-Verso. Este é o melhor recomeço possível para o mais relevante e atemporal dos heróis dos quadrinhos.

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Deadline: Em termos de ação, esta deve ser uma versão mais lenta e muito mais sombria do personagem favorito dos fãs, mas vale o preço por uma perseguição de carro no meio do filme que é melhor que qualquer versão anterior. O Batman pode não ser o Batman, mas o que Reeves fez é muito bom e vale algumas rodadas no Batmóvel. Em outras palavras, este é um Batman que você nunca viu antes.

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The Hollywood Reporter: Os maiores dividendos da abordagem de Reeves vão para o próprio Batman/Bruce, com Pattinson interpretando-o como um homem triste, quase desesperado, indiferente à sua riqueza astronômica e plenamente consciente de que ele não pode fazer muito para reverter o curso de uma sociedade podre em seu núcleo. Tudo isso torna sua resiliência moral e física na ação climática mais emocionante. Também é revigorante ver um Batman que não apenas sai ileso de cada arranhão, mas realmente leva os golpes e sente a dor, mesmo mostrando um momento humanizador de medo enquanto ele ativa seu traje de asa e se prepara para pular do telhado do quartel-general da polícia de Gotham. Pattinson é fascinante por toda parte.

Variety: Um filme como esse inspirará inúmeros debates: Batman realmente precisa ser tão sombrio? Pode segurar uma vela para a trilogia de Nolan? Há espaço suficiente para ambos existirem, e espaço para que sequências se construam sobre essa base, que pressupõe certa familiaridade com a mitologia do personagem. Essa é a beleza de Batman, que transcende todos os outros heróis da DC Comics: como Drácula ou Hamlet, esse icônico anti-herói resiste à reinvenção sem fim. Seja exagerado ou pop, autoquestionador ou cúmplice, ele nos diz algo novo sobre nós mesmos toda vez que sai das sombras.

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Mas e você, como estão as suas expectativas para a nova versão do Cavaleiro das Trevas nas telonas?

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