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She-Hulk| Tatiana Maslany sobre visual da nova heroína do UCM: “tudo computação gráfica”

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POR ADAILTON MORAES

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Aos poucos o Universo Compartilhado da Marvel tem apresentado sua nova geração de heróis e se despedido dos membros fundadores desse gigante dos cinemas. Já tivemos a passagem de escudo de Steve Rogers para Sam Wilson, o novo Capitão América, a apresentação de Yelena Belova e a morte da Viúva Negra original, a estreia da Gaviã Arqueira, entre outros. E muito em breve teremos uma nova figura monstruosa dividindo lugar com Mark Ruffalo e o Hulk; a estreia da She-Hulk, ou Mulher Hulk, na série de mesmo nome produzida para o Disney+.

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A trama acompanha a jovem advogada Jennifer Walters lidando com incríveis transformações após receber uma transfusão de sangue de seu primo Bruce Banner. O DNA de Banner também concede à Jennifer os genes do Gigante Esmeralda e então ela se torna a She-Hulk, versão do herói com algumas particularidades. A Mulher Hulk possui um maior controle sobre sua forma monstruosa e consequentemente um visual mais humanizado, e isso levantou a questão sobre como essa transformação será apresentada no Universo Compartilhado da Marvel, se com os famosos CGI, efeitos práticos ou com os dois. Segundo revelou a própria Tatiana Maslany em recente entrevista ao podcast Scott Hasn‘t Seen, toda a transformação e visual final da She-Hulk será através de computação gráfica:

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“É tudo computação gráfica… eu vesti um traje de captura de movimentos o tempo inteiro. Eu estou com plataformas e com o traje de captura de movimento, onde tenho uma pequena cabeça em cima da minha cabeça.”

A série da She-Hulk tem previsão de estreia para 2022 e conta, obviamente, com o retorno de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk.

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