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Patty Jenkins, de “Mulher Maravilha”, teme que os cinemas fiquem fechados para sempre

2020 se tornou um dos anos mais conturbados da história moderna da humanidade, com muitos desastres e tensões políticas e claro, o coronavírus. O surto de covid-19 que assolou o mundo mudou a rotina de todos e reinventou o conceito de viver em sociedade, fechando bares, restaurantes, igrejas e cinemas e preocupando as empresas mais poderosas.

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A crise também caiu sobre o mercado cinematográfico e obrigou os maiores estúdios a cancelarem seus principais lançamentos, incluindo a Warner Bros.. O estúdio responsável pelas adaptações baseadas nos quadrinhos da DC já adiou as estreias de várias produções, incluindo The Batman e Mulher Maravilha 1984.

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Agora, em recente entrevista à Reuters, a diretora da franquia protagonizada por Gal Gadot, Patty Jenkins, ávida defensora das redes de cinema, revelou temer que o prolongamento do isolamento e medidas contra a pandemia prejudiquem o mercado a ponto de se tornar impossível reabrir as salas de cinema:

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“Se os cinemas fecharem as portas, esse processo será irreversível. Nós podemos acabar perdendo a experiência de ir aos cinemas para sempre. Isso pode ser o tipo de coisa que já aconteceu com a indústria cinematográfica… onde você podia destruir uma indústria inteira fazendo que ela não seja mais rentável. Eu não acho que algum de nós queira viver em um mundo onde a única opção seja levar os seus filhos para assistir a um filme na sua sala de TV, sem ter um lugar para ir como um encontro.”

“Mulher Maravilha 1984” sofreu diversos adiamentos ao longo dos últimos meses e agora tem previsão de estreia no Brasil para a véspera de Natal, no dia 24 de dezembro.

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